quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Farmácia Oswaldo Cruz

Prefeitura aprova tombamento

11.01.2012
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Alguns especialistas defendiam apenas o tombamento do prédio onde fica a farmácia
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Para alguns membros do Comphic e advogados da drogaria, a decisão abriria a possibilidade de funcionamento de outro estabelecimento no lugar da Oswaldo Cruz
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KID JÚNIOR
Também foi definida pelo Conselho Municipal a proteção dos bens integrados do tradicional estabelecimento cearense
Decisão inclui o prédio da drogaria e todos os bens integrados, ou seja, materiais que fazem parte de sua história
Quem passa pela Rua Major Facundo, 576, Centro de Fortaleza, irá continuar tendo o prazer de recordar um pouco da história da Capital e usufruir o excelente atendimento, pois a tradicional Farmácia Oswaldo Cruz foi tombada como Patrimônio Histórico na manhã de ontem.

A decisão foi tomada, após dois meses de estudos, em uma reunião do Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Histórico e Cultural (Comphic), na sede da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor).

O tombamento engloba o prédio e todos os bens integrados: equipamentos, utensílios, galerias, livros, prateleiras, piso e todo material que faz parte da história da farmácia desde a sua fundação. Porém, a drogaria ainda aguarda o processo do registro no livro dos lugares que são alvos de uma inspeção da Secultfor a cada dez anos, com a finalidade de provar a continuidade das práticas farmacêuticas.

A decisão não foi fácil, pois o parecer executado pelo representante do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) Seção Ceará, Augusto César Paiva, e por Alenio Carlos Noronha de Alencar, representante da Associação Nacional de História (ANPUH), também do núcleo Ceará, tombava somente o prédio onde fica localizada a farmácia e apenas recomendava uma análise aprofundada dos bens integrados para que a ação fosse executada em outro momento.

No entanto, para alguns membros do Comphic e também para advogados e proprietários da Oswaldo Cruz, a decisão abriria a possibilidade de funcionamento de outro estabelecimento no lugar da drogaria. Diante disso, uma votação entre os conselheiros resolveu tombar tanto o prédio, quanto os bens integrados da farmácia. "Para garantir que o uso se mantenha, é preciso amarrar o tombamento do prédio com os bens integrados. Do contrário, no lugar da farmácia, poderia funcionar uma boate", ressalta Clélia Monasterio, coordenadora do Patrimônio Histórico Cultural da Secultfor.

Vitória
Para a proprietária da Farmácia Oswaldo Cruz, Fátima Ciarlini, o tombamento não foi apenas uma vitória da família dela, mas também de toda a sociedade cearense. "Após muito sofrimento, a Justiça Divina e dos homens foi feita. Diante dessa decisão, vou continuar mantendo o ideal do meu pai, oferecendo serviços de saúde a quem precisa", afirma.

Ela explica que o impasse do possível fechamento da drogaria começou após o falecimento do proprietário do prédio, o empresário Plácido Paiva. Segundo ela, as irmãs de Paiva se tornaram locatárias do imóvel e chegaram a pedir três vezes a mais o valor cobrado pelo aluguel. Só então, com ajuda do pesquisador e historiador Miguel Nirez Azevedo, a família entrou com o pedido de tombamento.

Para o historiador, o processo garante a conservação da memória da cidade. "Eu vivia apreensivo com a possibilidade do desaparecimento da Farmácia Oswaldo Cruz, pois, além da importância histórica que ela tem, há um significado turístico para Fortaleza", conclui.

FIQUE POR DENTRO
Estabelecimento é pioneiro em manipulação
A Farmácia Oswaldo Cruz, fundada em 1934, foi a pioneira em manipulação no Estado do Ceará. O primeiro proprietário do estabelecimento foi Hortêncio Mota. Cerca de dez anos depois, ele vendeu a drogaria ao então empregado Edgar Rodrigues de Paula, falecido há três anos. A farmácia tem 32 funcionários e possui uma filial no município de Caucaia, aberta há um ano e seis meses. O setor de manipulação da drogaria foi reestruturado para atender às novas normas técnicas da legislação vigente, adequando-se aos padrões de qualidade exigidos. Possui equipamentos de última geração, por isso, as fórmulas são produzidas em até uma hora.

domingo, 25 de dezembro de 2011

RESULTADO O VESTIBULAR PARA PEDAGOGIA
1° Marlúcia Pereira de Sousa Farias 360 170 380 910 Aprovado
2° José Wilame Cavalcante Matos 320 130 395 845 Aprovado
3° Maria Madalena Ribeiro Vieira 260 120 390 770 Aprovado
4° Mayara de Freitas Lima 240 130 390 760 Aprovado
5° Francisca da Saúde Marques Pereira 200 100 360 760 Aprovado
6° Jéssica de Lira Carmo 280 130 340 750 Aprovado
7° Jéssica Ribeiro Lopes 220 110 390 720 Aprovado
8° Auzelina Teixeira de Oliveira 260 110 340 710 Aprovado
9° Rosana Damasceno Campos 260 130 320 710 Aprovado
10° Adryana Bernardo Rodrigues 200 90 380 670 Aprovado
11° Alcione Gomes de Souza 260 100 300 660 Aprovado
12° Maria Vanderli da Silva Bezerra 220 110 320 650 Aprovado
13° Beatriz Veras de Sousa 220 120 310 650 Aprovado
14° Roberto Freitas Sousa 200 100 280 580 Aprovado
15° Jéssica Vieira de Freitas 220 120 240 580 Aprovado
16° Egileuda Damasceno Campos da Silva 220 140 220 580 Aprovado
17° Luiza Maria Barbosa de Sousa 200 140 230 570 Aprovado
18° Lidiane Ribeiro Braga 240 110 210 560 Aprovado
19° Erbene Jerônimo da Silva 240 130 190 560 Aprovado
20° Cleidimara Farias Araújo 220 120 200 540 Aprovado
21° Samara Maria Fernandes de Sousa 240 90 200 530 Aprovado
22° Karina Belarmino Ramos 240 120 170 530 Aprovado
23° Diele Farias Sales 220 130 170 520 Aprovado
24° Eliene Pinto de Sousa 240 110 160 510 Aprovado
25° Maria Claudete Martins de Souza 200 80 200 480 Aprovado
26° Márcio Belarmino Ramos 220 90 170 480 Aprovado
27° Pedro Augusto de Sousa Lopes 160 110 140 410 Aprovado
28° Antonia Izeuda Furtado Marinho 220 90 80 390 Aprovado
29° Leda Maria Freitas Sousa 200 110 80 390 Aprovado
30° Ligiane Martins de Sousa 180 110 80 370 Aprovado
31° Maria Aurileide Souza da Costa 220 100 50 370 Aprovado
32° Eliane Lima Camelo 140 100 90 330 Aprovado
33° Antonia Leila Barbosa de Sena 160 100 50 310 Aprovado
PERCENTUAL MÍNIMO DO GRUPO I OU II DA PROVA NÃO ATINGIDO, SUPRIDO PELA NOTA DE REDAÇÃO
34° Maria Elisângela de Paiva Melo Carvalho 120 80 100 390 Aprovado
35° Sueli da Costa Souza 140 70 100 310 Aprovado
36° Elisângela Gonçalves Camelo Melo 180 40 90 310 Aprovado
37° Maria Aparecida Saturnino Lima 140 90 80 310 Aprovado

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

11,4 milhões vivem em favelas no País 22.12.2011 imprimir email Clique para Ampliar MARCELO HORN/GOVERNO RJ A Rocinha é o maior aglomerado urbano subnormal do Brasil, com quase 70 mil habitantes, segundo o Censo de 2010 A situação mais grave ocorre na região de Belém, onde 54% da população vivem em condições precárias Rio de Janeiro. Dados do Censo 2010 revelam que 11,4 milhões de brasileiros, o equivalente à população da Grécia, vivem em áreas ocupadas irregularmente e com carência de serviços públicos ou urbanização, como favelas, palafitas, grotas e vilas. Isso representa 6% dos habitantes do País. É o retrato mais preciso já feito dessas áreas, e mostra que o problema é concentrado nas regiões metropolitanas, mas espalhado por todos os Estados. Dez favelas têm população maior que 40 mil, superior a 86% dos municípios brasileiros. Em 2000, o IBGE identificou 6,5 milhões de pessoas, ou 4% do total, em "aglomerados subnormais", denominação usada pelo instituto. Em 2010, foram localizadas 6.329 favelas em 323 municípios. Ficam de fora do levantamento áreas precárias, mas regularizadas, ou irregulares, mas sem precariedade. A pesquisa revelou também que o quadro mais grave de moradia está na região metropolitana de Belém (PA), onde 54% da população vive em favelas e similares. No caso de serviços básicos, o que mais diferencia as favelas das áreas de ocupação regular das cidades é a proporção de casas com coleta adequada de rede de esgoto. Para a relatora especial da ONU para o direito à moradia adequada, Raquel Rolnik, novos assentamentos precários irão surgir no País nos próximos anos. Ela aponta como motivos a elevação dos preços dos terrenos e as remoções mal conduzidas para a realização de obras, como as da Copa de 2014. Em 18% dos domicílios dessas áreas, a renda per capita era inferior a R$ 128. É uma taxa superior à do restante das cidades (9%), mas menor do que a de domicílios rurais (28%). Maior população O Rio de Janeiro é a cidade com a maior população vivendo em aglomerados subnormais do País, segundo o Censo. São 1.393.314 pessoas nas 763 favelas do Rio, ou seja, 22,03% dos 6.323.037 moradores do Rio. A cidade fica à frente inclusive de São Paulo, cuja população nas favelas e loteamentos irregulares é de 1.280.400, embora a capital paulista tenha mais aglomerados subnormais do que a fluminense, 1.020 ao todo. Também fica no Rio a maior favela do País, a Rocinha, com 69.161 moradores em 2010. De acordo com a pesquisa, a falta de uma solução adequada para a coleta de esgoto é o principal problema de saneamento nas favelas. Apenas 67,3% dos domicílios eram ligados à rede coletora de esgoto ou dispunham de fossa séptica. DESIGUALDADE 1,3 milhão de pessoas vivem nas 763 favelas do Rio, ou seja, 22,03% dos 6.323.037 moradores do Estado. Em São Paulo, a população nas comunidades chega a 1,2 milhão Maior incidência de analfabetismo Rio de Janeiro A taxa de analfabetismo entre as pessoas com 15 anos ou mais que vivem em favelas é 8,4%, o dobro da relativa às áreas urbanas regulares de municípios que concentram essas comunidades. O estudo revela que a situação mais grave é encontrada em Alagoas, onde 26,7% das pessoas que moram em assentamentos irregulares são analfabetas. Em seguida, aparecem a Paraíba (21,3%) e o Rio Grande do Norte (16,3%). A taxa de analfabetismo no Brasil é 9,6%. Ainda de acordo com o levantamento, mais da metade dos moradores de aglomerados subnormais (55,5%) são pessoas pardas, seguidas de brancas (30,6%) e de pretas (12,9%). A maior parte da população (34%) dessas comunidades tem rendimento mensal na faixa que vai de mais de meio salário mínimo até um salário mínimo. Apenas 4,6% ganham mais de dois salários mínimos. Entre a população que vive nas áreas urbanas regulares em municípios com ocorrência de favelas, 26% têm rendimentos que vão de mais de meio salário mínimo até um salário mínimo e 27,1% ganham mais do que dois salários mínimos. O levantamento aponta também que a população das favelas é, em média, mais jovem do que a de áreas de ocupação regular nas cidades com comunidades carentes. Enquanto nos aglomerados subnormais a idade média dos moradores é 27,9, nessas outras regiões urbanas é 32,7.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Formação rochosa pode comprovar a existência de água em Marte

10/12/2011
Em 20 de novembro passado, publicamos aqui no OVNI Hoje uma matéria sobre pedras anômalas encontradas em Marte.
As pedras pareciam algo feito artificialmente, mas a NASA explicou que as formações não são nada mais do que um veio de gipsita, e a existência deste veio comprova a existência de água em Marte.
Os dados foram enviados pela sonda (jipe) Opportunity, que após oito anos ainda está enviando informações para a Terra.
O cientista Steve Squyres, da Cornell University, disse: “A descoberta foi muito legal.  Para mim, este é a maior prova de evidência já encontrada pelo Opportunity de água líquida em Marte. Já havíamos encontrado sulfatos (gipsita) antes.  Esses sulfatos se formaram em outros lugares, não sabemos aonde.  Eles se foram movidos pelo vento e sido misturado com outros materiais…  …[este achado recente] formou-se bem aqui.  Havia uma fratura na rocha, a água fluir através dela e a gipsita se precipitou da água. Fim da história.  Não há ambiguidade.
Todas as indicações apontam que este veio é constituído de sulfato de cálcio hidratado, relativamente puro.  Maiores análises serão necessárias para colocar um fim nas dúvidas dos cientistas.
n3m3

Leia mais: http://ovnihoje.com/2011/12/8649/#ixzz1g7mdZJIW

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O longa Tropa de Elite 2 é um dos concorrentes.
divulgação
Foto
63 filmes estão na disputa
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou a lista dos filmes inscritos pelos países na categoria de melhor filme estrangeiro para o Oscar 2012. 63 filmes irão disputar o título, entre eles o grande sucesso de bilheteria, Tropa de Elite 2.
O filme nacional concorreu com outros 14 importantes longas como “Assalto ao Banco Central", "Bruna Surfistinha", "Malu de Bicicleta" e "VIPS". O capitão Nascimento foi escolhido como representante do país, no dia 20 de setembro, pela comissão Especial de Seleção da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura.
O longa ganhou o prêmio Urso de Ouro e torce pelo principal prêmio mundial do cinema, o Oscar! Agora é torcer para que filme do diretor José Padilha traga mais uma vitória para o Brasil!
Confira abaixo a lista dos demais concorrentes. A relação dos cinco indicados será divulgada em 26 de fevereiro.
África do Sul
Skoonheid, de Oliver Hermanus
Albânia
Amnesty, de Bujar Alimani
Alemanha
Pina, de Wim Wenders
Argentina
Aballay, el Hombre Sin Medo, de Fernando Spiner
Áustria
Breathing, de Karl Markovics
Bélgica
Rundskop, de Michael R. Roskam
Bósnia & Herzegovina
Belvedere, de Ahmed Imamovic
Brasil
Tropa de Elite 2, de José Padilha
Bulgária
Tilt, de Viktor Chouchkov
Canadá
Monsieur Lazhar, de Philippe Falardeau
Casaquistão
Returning to the 'A, de Egor Mikhalkov-Konchalovsky
Chile
Violeta, de Andrés Wood
China
Flowers of War, de Zhang Yimou
Cingapura
Tatsumi, de Eric Khoo
Colômbia
Los Colores de la Montana, de Carlos Cesar Arbelaez
Coreia do Sul
The Frontine, de Jang Hun
Croácia
72 Days, de Danielo Serbedzija
Cuba
Habanastation, de Ian Padron
Dinamarca
Super Clássico, de Ole Christian Madsen
Egito
Lust, de Khaled El Hagar
Eslováquia
Gypsy, de Martin Sulik
Espanha
Pa Negre, de Agusti Villaronga
Estônia
Letters to Angel, de Sulev Keedus
Filipinas
The Woman in the Septic Tank, de Marlon Rivera
Finlândia
O Porto, de Aki Kaurismaki
França
A Guerra Está Declarada, de Valerie Donzelli
Geórgia
Chantrapas, de Otar Iosseliani
Grécia
Attenberg, de Athina Rachel Tsangari
Holanda
Sonny Boy, de Maria Peters
Hong Kong
A Simple Life, de Anna Hui
Hungria
O Cavalo de Turim, de Bela Tarr
Índia
Adaminte Makan Abu, de Salim Ahamed
Indonésia
Under the Protection of Ka'Bah, de Hanny R. Saputra
Irã
A Separação, de Asghar Farhadi
Irlanda
As If I Am Not There, de Juanita Wilson
Islândia
Volcano, de Runar Runarsson
Israel
Footnote, de Joseph Cedar
Itália
Terraferma, de Eamnuele Crialese
Japão
Post Card, de Kaneto Shindo
Líbano
Et Maintenant, On Va Ou?, de Nadine Labaki
Lituânia
Back in Your Arms, de Kristijonas Vildziunas
Macedônia
Punk's Not Dead, de Vladimir Blazevsky
Marrocos
Omar Killed Me, de Roschdy Zem
México
Miss Bala, de Geraldo Naranjo
Nova Zelândia
The Orator, de Tusi Tamasese
Noruega
Happy, Happy, de Anne Sewitsky
Peru
Outubro, de Daniel e Diego Vega
Polônia
In Darkness, de Agnieska Holland
Portugal
José e Pilar, de Miguel Gonçalves Mendes
Reino Unido
Patagonia, de Marc Evans
República Dominicana
La Hija Natural, de Leticia Tonos
República Tcheca
Alois Niebel, de Thomas Lunak
Romênia
Morgen, de Marian Crisan
Rússia
Burnt by the Sun: The Citadel, de Nikita Mikhalkov
Sérvia
Montevideo - Taste of a Dream, de Dragan Bjelogrlic
Suécia
Beyond, de Pernilla August
Suíça
Giochi d'Estate, de Rolando Colla
Tailândia
Kon Khon, de Sarunyu Wongkrachang
Taiwan
Warriors of the Rainbow: Seediq Bale, de Wei Te-sheng
Turquia
Era uma Vez na Anatólia, de Nuri Bilge Ceylan
Venezuela
El Rumor de las Piedras, de Alejandro Bellame
Vietnã
Thang Long Aspiration, de Lu'u Trong Ninh
Uruguai
A Casa, de Gustavo Hernandez

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor! Se É jovem, não tem experiência. Se É velho, está superado. Se Não tem automóvel, é um pobre coitado. Se Tem automóvel, chora de "barriga cheia'. Se Fala em voz alta, vive gritando. Se Fala em tom normal, ninguém escuta. Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'. Se Precisa faltar, é um 'turista'. Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos. Se Não conversa, é um desligado. Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno. Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos. Se Brinca com a turma, é metido a engraçado. Se Não brinca com a turma, é um chato. Se Chama a atenção, é um grosso. Se Não chama a atenção, não sabe se impor. Se A prova é longa, não dá tempo. Se A prova é curta, tira as chances do aluno. Se Escreve muito, não explica. Se Explica muito, o caderno não tem nada. Se Fala corretamente, ninguém entende. Se Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário. Se Exige, é rude. Se Elogia, é debochado. Se O aluno é reprovado, é perseguição. Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.

Governo lança plano bilionário de combate ao crack

Investimentos devem chegar a R$ 4 bilhões até 2014


Alexandre Padilha, ministro da Saúde
Alexandre Padilha, ministro da Saúde: "o que precisa de repressão é o traficante e o contrabando. O usuário precisa de serviços abertos”
Brasília – O governo federal lançou hoje (7) um conjunto de ações para o enfrentamento ao crack, com previsão de investimento de R$ 4 bilhões até 2014. As ações estão estruturadas em três eixos – cuidado, prevenção e autoridade – e serão desenvolvidas de forma integrada com estados e municípios
No eixo cuidado estão previstas iniciativas para ampliar a oferta de tratamento de saúde aos usuários de drogas e a qualificação de profissionais. Será criada a rede de atendimento Conte com a Gente, com estrutura diferenciada para atender pacientes em diferentes situações e auxiliar dependentes químicos na superação do vício e na reinserção social.
Outra ação na área de cuidado será a criação de enfermarias especializadas nos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), com investimentos de R$ 670,6 milhões para a criação de 2.462 leitos exclusivos para usuário de drogas.
Esses leitos serão usados para atendimentos e internações de curta duração durante crises de abstinência e em casos de intoxicações graves. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para estimular a implantação desses espaços, o valor da diária de internação repassado pela pasta aos estados e municípios poderá ser quatro vezes maior – de R$ 57 para até R$ 200.
“É muito bom ter um plano que tem o cuidado como grande prioridade. Temos que distinguir o que precisa ser distinto. O que precisa de repressão é o traficante e o contrabando. O usuário precisa de serviços abertos”, disse Padilha.